A visualizar apenas posts da categoria Sem Categoria Após 5 anos de leal serviço do meu Aspire, um Centrino M a 1.6GHz, chegou a altura de adquirir algo mais pequeno, mais rápido e com uma autonomia superior. Após várias análises, leituras de reviews e visualização de vídeos sobre alguns dos portáteis, decidi-me pelo Acer Ferrari One. 
A compra deste Acer foi tudo menos racional, foi tal e qual como comprar um carro. Existiam alternativas mais rápidas, que consumiam menos, e algumas até mais baratas. Eu nem gosto muito de AMD, apesar de preferir ATI à NVidia, mas todos os detalhes do Ferrari One fizeram com que o lado emotivo se superiorizasse à razão. Bem que mexi nos outros portáteis, mas este destaca-se sempre, não por ser vermelho ( ) mas pelos detalhes. Quando comecei à procura de netbooks o meu objectivo era ter algo com uma boa autonomia para andar na net fora de casa, que não fosse muito lento e que gastasse pouco para colocar o CentOS ou algo semelhante em dual-boot para desenvolver. É que desenvolver PHP em Windows apenas funciona para aquelas aplicações mais básicas e trabalhar em VMWare simplesmente não funcionava, era mais rápido trabalhar num servidor de produção. Os netbooks a sério não me convenceram, tinham ecrãs demasiado pequenos com resoluções grandes e eram tão lentos como o meu Centrino M. Depois ou traziam o Windows XP ou o 7 Starter, e depois de experimentar o Aero Snap não quero outra coisa, portanto Windows 7 Home Premium no mínimo. Felizmente apareceu uma nova vaga de “slim laptops” entre as 11.6″ e as 12.1″ e com mais performance, escalão onde se enquadra o Acer Ferrari One. Aspecto exterior Certamente já viram várias fotos do Ferrari One por essa net fora. Está cheio de detalhes deliciosos, desde o led vermelho no botão de ligar/desligar, às aplicações a Rosso Corsa ao lado da saída VGA e da porta Ethernet, o logotipo do Cavallino Rampante e aplicações a imitar carbono. É um portátil onde provavelmente nos primeiros tempos olhamos mais para o portátil em si do que para o que se encontra no ecrã. Um pormenor interessante é a tecla F10 com o símbolo da Ferrari que, quando pressionado, nos abre o browser no site da Ferrari. O arranque Ao ligar o portátil em vez da imagem inicial da Bios ser o logótipo da Acer temos um F1 que, diga-se de passagem, não fica muito tempo no ecrã. Após entrada no Windows ouvimos o som de um F1 e um calendário da Ferrari é apresentado como fundo. Sou sincero, o tema Ferrari disponibilizado pela Microsoft é mais interessante por ter a cor vermelha (que nem gosto) e os wallpapers dos vários carros da Ferrari em slideshow dão outro ambiente. Performance Não andei propriamente a instalar jogos ou a correr benchmarks, limitei-me a usar o portátil na net, a instalar e desinstalar algumas aplicações e ver alguns vídeos. O portátil responde tal e qual como o meu desktop ao passar de aplicação para aplicação. No Youtube e no Windows Media Player a visualização de clips em HD (720p) efectua-se sem problemas. Áudio e Vídeo Um dos pontos fortes do Acer é o seu ecrã CineCrystal™ HD. As cores são nítidas e as letras estão devidamente focadas apesar da resolução absurda de 1366×768 para um ecrã tão pequeno. Isto ajuda a não tornar cansativo o seu uso prolongado. A nível de som fiquei agradavelmente surpreendido, normalmente o som de qualquer portátil é sofrível, este embora com ausência de grave tem um som cristalino. No entanto ainda não liguei os headphones nem efectuei qualquer alteração a nível de configurações, portanto “out of the box” é esta a minha opinião. Teclado e Touchpad Sempre gostei de teclados lisos por serem confortáveis de utilizar e mais silenciosos a teclar, aliás adquiri um diNovo da Logitech por isso mesmo. O teclado do Acer não é no entanto tão bom como o diNovo, aliás segue o mesmo problema de outros Netbooks. É certo que as teclas são largas, o que é bom para mim que tenho os dedos grandes, mas ter alguma saliência em torno das teclas era ideal para evitar erros tipográficos pois ao escrever mais depressa acabo por carregar em mais do que uma tecla. Certamente é algo que terá o seu tempo de habituação. Só tenho pena que o teclado não tenha iluminação, certamente que um sensor de luminosidade e alguns leds brancos iriam encarecer o seu custo, mas mesmo em portáteis mais caros é difícil encontrar esta opção que se torna útil para quem usa o portátil em locais com pouca iluminação de noite (carro, rua, etc). O Touchpad tem um formato estranho de trapézio mas é bastante confortável de utilizar. Permite usar os dois dedos para fazer zoom, rodar fotografias e permite com um dedo apenas fazer scroll de uma página com um dedo, movendo-o para cima ou para baixo do lado direito. O único contra é que o touchpad é um pouco áspero, se a superfície fosse mais lisa era mais cómodo. Bateria, autonomia e ruído Após carregar totalmente a bateria comecei a desinstalar todo o lixo que vem com os sistemas OEM. Desde Office, a Norton e algumas aplicações da Acer sem utilidade para mim. Aproveitei ainda durante esse tempo para testar o portátil na navegação na web, ver alguns vídeos em 720p, vários restarts para instalar updates e claro isto tudo com o Wireless activado. A bateria durou 4h20min, nada mau para o que se pode considerar um uso “intensivo”, portanto presumo que em utilização normal (navegar na net) e com um perfil mais amigo do ambiente a bateria deve aguentar facilmente as 5 horas indicadas pela Acer. O ruído foi algo que me preocupou, ainda para mais sendo um AMD que aquece consideravelmente. Em utilização normal o cooler está desligado, ligando ocasionalmente para arrefecer o sistema mas sem fazer muito barulho. Em aplicações mais intensivas o cooler pode ficar ligado durante algum tempo e o ar sai quente. O teclado no entanto não aquece demasiado o que é positivo. Conclusão Apesar da curta experiência estou bastante satisfeito. Certamente não será um portátil que irá vender muito, afinal de contas existe o estigma da Acer e existem outras alternativas superiores pelo mesmo valor. Depois o símbolo da Ferrari afasta muitos compradores, até porque existe muita gente sem Ferraris (como eu) mas que acham denegridor existir um produto ou merchadising com o símbolo da Ferrari. Numa escova de dentes ou numas meias concordo, num portátil deste género não se aplica. Em termos racionais é um portátil caro para o que oferece, mas o design e os detalhes convencem. A qualidade de construção também está acima da média e é bastaste sólido e robusto, não existem partes com folgas ou com um aspecto frágil. Se me durar outros 5 anos como o antigo Aspire (que irá continua activo) posso-me dar por mais do que satisfeito. Agora tenho é que reformar o meu LG L1720B por outro LG em LED, porque a qualidade do monitor do Acer bate-o aos pontos. Data: 07 de Fevereiro de 2010 às 16:04 O Steve Jobs apresentou o gadget mais esperado do ano, o iPhone ampliado para a brigada do reumático com ícones e letras grandes. Chama-se iPad (sim, como o sketch dos tampões do MadTV), não faz chamadas nem multitasking, mas é cool. 
Nalguns sites mais fanáticos já se fala na morte do PC e dos netbooks. Ora, um Netbook tem aproximadamente o mesmo tamanho e corre o SO que quisermos (Windows/Linux) sem limitações ou compromissos. Sempre tem suporte a flash, faz multitasking, tem um teclado fisico e não custa os olhos da cara. Eu tenho um Smartphone sem teclado físico e conheço bem as limitações de um teclado virtual, a começar pela ausência de tacto que me obriga a olhar para o ecrã enquanto teclo, algo que com um teclado físico não acontece. Para mim o iPad não passa de um jornal em formato digital glorificado, um iPhone ampliado mas sem capacidade de fazer chamadas. Mais depressa comprava um Sony Vaio de 8″ que tem USB e suporta cartões 3G, ou mesmo netbook do que um iPad. E o nome… Será que não trabalham mulheres no departamento de marketing da Apple? Aliás, nem era preciso, a malta do MadTV até lhes deu a dica com um sketch sobre o iPad à uns 5 anos atrás! Data: 29 de Janeiro de 2010 às 01:04 As estatísticas de um site são uma ferramenta extremamente valiosa e as informações por elas indicadas, quando bem utilizadas, são a melhor ajuda que um webmaster pode ter. No entanto as estatísticas também podem ser uma distracção, levando a uma quebra de produtividade, e quando mal interpretadas podem ter resultados desastrosos! 
Com as estatísticas podemos saber quem procura o quê e quantas pessoas acedem ao nosso site. Ficamos ainda a saber se ficaram satisfeitas com o número de páginas que visitaram e o tempo que passaram no site, levando a uma optimização para melhorar a experiência do utilizador e possivelmente aumentar a nossa audiência. No entanto nem todos sabem analisar estes dados, e alguns simplesmente por falta de tempo dão total desprezo às estatísticas. Acabam assim por perder uma oportunidade de aumentar as suas receitas online. Depois temos aqueles que se limitam ao Google Analytics. Hoje em dia quem usa o AwStats ou outro sistema de análise de logs é antiquado. E não pensem que não gosto do Analytics, é uma óptima ferramenta para controlar campanhas online e vendas, no entanto o Analytics não nos diz tudo. E é aqui que entra o AwStats, utilizando os logs de acesso do servidor conseguimos saber não apenas os utilizadores que acederam ao nosso site com Javascript activo mas também todos os bots, acessos a imagens e outros ficheiros sem controlo como os feeds por exemplo. E porque é isto importante? Ficamos a saber se alguém está a usar o nosso conteúdo indevidamente, quais os IP’s que fazem acesso e assim temos uma óptima ferramenta para os bloquear. O ideal é ter ambos os sistemas a funcionar em conjunto, caso assim se justifique. Tenho vários projectos onde apenas faço o controlo de acessos pelo AwStats, outros em que uso o AwStats e o Analytics em conjunto. Analisar dados estatísticos é por vezes uma tarefa árdua e os resultados nunca são imediatos. Mas é gratificante quando efectuamos uma alteração e após algumas semanas vemos o gráfico das visitas a subir graças ao nosso esforço. Data: 19 de Janeiro de 2010 às 20:07 Os Morangos com Açúcar, aquela novela da TVI que tanto estraga uma geração, com grandes lavagens cerebrais que leva as pitas a andarem aos saltos e os pitos com cortes de cabelo que fazem lembrar uma palavra feia. Esta geração é a próxima grande utilizadora da Internet, o que podemos afinal esperar deles? 
Infelizmente esta geração Morangos com Açúcar parece limitar-se aos mesmos sites. Analisando vários dados dos sites mais visitados sobre o tema Morangos com Açúcar e as tendências de visita a outros sites, além dos relacionados com os Morangos online ou o download de episódios temos visitas ao Hi5, Facebook e os típicos IOL, Sapo, Google e Youtube. Destes sites apenas o Facebook me intrigou, pois é normalmente utilizado por uma faixa etária diferente. Decidi investigar e percebi que quem usava o Facebook fazia-o apenas para jogar FarmVille, um jogo de agricultura (tudo a ver com o meu blog) onde falam das melhores sementes para plantar e tudo mais. No entanto pelas conversas certamente não vamos ter uma fantástica geração de agricultores a plantar morangos. Então o que nos reserva o futuro com a geração Morangos com Açúcar? Aparentemente dedicam-se apenas às redes sociais e aos jogos nestas próprias redes. Decidi investigar um pouco mais e nalguns sites dedicados aos morangos online encontrei um padrão onde existia um número diminuto mas consistente de visitas relacionadas a sites de jogos online. Portugal já tem uma actividade baixa no uso da Internet, temo que com esta nova geração essa actividade seja ainda mais reduzida, pois limitam-se a navegar sempre nos mesmos sites. Resta-nos esperar e ver se esta geração Morangos com Açúcar vai acabar por amadurecer e abrir horizontes a outros sites e temas. Data: 28 de Dezembro de 2009 às 21:41 Tenho acompanhando o programa Toy Stories do James May com algum entusiasmo, aliás como sempre acompanho qualquer programa dele fora do ambiente do Top Gear, onde é apresentador. Neste programa o James tenta usar os brinquedos do passado na actual geração e mostrar que podem ser bem mais interessantes e divertidos que os jogos de computador. 
Um dos programas que esperava com alguma expectativa era relacionado com a construção de uma casa de Lego, até porque cresci a brincar com Lego. Aliás, até fazia Lego Tuning Ora, a ideia do James não era a de replicar uma casa “normal” em Lego, como costumamos ver nos kits de Lego à venda. O que o James queria era uma casa à escala 1:1 pensada de raiz para ser construída com Lego, da mesma forma que uma casa de madeira e uma de tijolo e cimento não se constroem da mesma forma. E a construção da casa Lego foi bastante complexa, desde um arquitecto a efectuar o desenho da casa, engenheiros a testar vários métodos de construção e uma designer de interiores a criar algumas peças bem interessantes totalmente feitas em Lego. O resultado foi delicioso! 
Aconselho-vos a ver este episódio mesmo que não sejam fãs das construções de Lego. Infelizmente a casa teve que ser desmontada, o valor para a transportar para a Legoland era superior a £50.000 e não existia permissão para a manter naquele local. As peças acabaram por ser doadas para instituições de caridade. Data: 24 de Dezembro de 2009 às 19:31 É oficial, os municípios de Lisboa e Oeiras têm até 31 de Janeiro para apresentar um protocolo à Red Bull para que a prova seja realizada em Lisboa. A polémica está lançada no que toca a esta mudança, pois existe o receio que as empresas públicas possam fornecer patrocínios mais vantajosos se a prova de realizar na capital. 
Para mim perde-se todo o espectáculo do Red Bull Air Race. Sempre fiz a viagem de Lisboa ao Porto para ver o evento, o ambiente nas margens do Douro é fantástico, estamos perto dos aviões e “no meio” da acção. Para mim, aquele é o palco perfeito para uma corrida do género. Em Lisboa estes pontos perdem-se, o Tejo é demasiado largo, fica tudo numa só margem e provavelmente a uma distancia maior dos aviões. Se calhar para o ano quando estiver cá o Red Bull eu estou no Porto a comer uma francesinha, a não ser que as coisas corram mal e o Red Bull seja realizado no Porto Data: 22 de Dezembro de 2009 às 01:10 Já passaram dois anos desde que o Mais Gasolina ficou oficialmente online, apesar do projecto ter começado em 2006, o registo do domínio assim o confirma. Passados dois anos partilho com vocês alguns números que mostram a situação actual deste projecto. 
Na altura que lancei o site alguns aplaudiram a iniciativa, outros disseram que não iria ter futuro, mas a negatividade é típica nas terras lusas. Curiosamente com o pico do preço do petróleo o site manteve-se confortável com uma média de 30.000 visitas únicas diárias, e com a posterior divulgação pelos media este número disparou para um pico de 70.000 pessoas. Em 2009 com o aparecimento do site da DGEG, o Preços de Combustíveis, rapidamente disseram que era o fim do Mais Gasolina. Curiosamente os números dizem exactamente o contrário, assim como o gráfico em cima. Se, devido também à sua cobertura mediática, o site da DGEG obteve dois picos elevados de visitas, o mesmo rapidamente estagnou, continuando o número de pesquisas no Google por “mais gasolina” superior a “preços combustiveis”. Observando alguns comentários, assim como alguns dos contactos efectuados ao Mais Gasolina, o site da DGEG falhou por ser lento a carregar, ter uma interface complicada de utilizar e não listar todos os combustíveis, como acontece no Mais Gasolina. Foram então lançadas novas funcionalidades, como um feed pessoal com os postos favoritos de cada utilizador, a exportação de postos para NDrive (só estava disponível para TomTom e Google Earth), e um comparador dos preços dos combustíveis que permite calcular se realmente compensa fazer um desvio para abastecer no posto mais barato. O petróleo desceu consideravelmente, e o número de visitas também acompanhou esta descida. O próprio Google confirma que as pesquisas por “preço da gasolina” desceram em 2009. No entanto apesar da descida do número de visitas aumentou o número de participações no Mais Gasolina na actualização de preços, e existe actualmente uma média de 120 actualizações diárias de postos, com mais de 400 preços a serem actualizados por dia. Isto só confirma que o Mais Gasolina é um site feito para e pelos utilizadores. Em 2010 irão existir novas funcionalidades no Mais Gasolina para ajudar os utilizadores a poupar cada vez mais na sua factura mensal com os combustíveis Data: 13 de Dezembro de 2009 às 15:43 |