A visualizar apenas posts com a tag css Na maioria dos websites o que mais salta à vista é a fonte utilizada para o seu conteúdo. Uma boa fonte pode ser a diferença entre cativar um leitor ou perder uma visita porque torna o nosso conteúdo desinteressante. Mas será que utilizamos as nossas fontes correctamente? 
Existe um conjunto de fontes ou tipos de letra que são considerados seguros para utilizar na Web. Fontes como o Verdana, Tahoma e Arial podem ser usados com confiança pelos developers. No entanto vamos desenvolver o nosso website e vamos usar aquela fonte bem gira que temos no nosso PC mas quando visualizamos o site noutro computador nada aparece de forma correcta. Temos duas opções, ou embebemos a fonte ou fornecemos uma alternativa. Fontes embebidas – @font-faceCom o CSS3 finalmente vai passar a ser possível embeber fontes de uma forma funcional a todos os browsers. O Internet Explorer 5 já permitia isto, mas com código especifico da Microsoft como é hábito. Desde que a fonte permita ser embebida podemos usar a mesma no nosso site. Um bom local para obter este tipo de fontes é o Google Web Fonts. Esta é uma forma de garantir que o nosso design em termos tipográficos é semelhante em todas as máquinas, tenham o tipo de letra ou não. O problema é que em certas fontes isto implica descarregar até 200KB de informação e isto não faz sentido para um site generalista, talvez para um portfolio ou mesmo um blog pessoal como este. Fontes alternativas – CSS Font StacksUm font stack é uma lista de fontes que são utilizadas caso o computador de quem nos visita não tenha a fonte inicial que definimos. Um exemplo definido pelo Dreamweaver: div { font-family: Verdana, Geneva, sans-serif }
Se o utilizador não tiver a fonte Verdana instalada irá visualizar o site com a fonte Geneva. Se também não tiver esta fonte o conteúdo é apresentado pela fonte padrão do sistema operativo do tipo sans-serif. Mas para definirmos fontes alternativas temos que saber que outro tipo de fontes semelhantes existem. O site Typetester é uma óptima ferramenta para esta função, colocando 3 blocos de texto lado a lado permitindo assim escolher várias fontes e comparar o tamanho e aspecto ocupado por cada uma. Já sabemos as fontes semelhantes, mas será que elas estão disponíveis em todos os sistemas? Mais de 92% dos utilizadores na web usam Windows, o que facilita o trabalho, mas não nos podemos esquecer dos restantes 8%. E é necessário ter em conta que diferentes sites têm diferentes públicos e um site dedicado a Mac ou Linux certamente terá mais visitas destes sistemas operativos. E aqui entra outra ferramenta, ou melhor um conjunto delas fornecido pelo site Code Style. Aqui podem submeter as fontes que têm instaladas para estatística, visualizar a disponibilidade das fontes em vários sistemas operativos e até criar font stacks com a indicação da percentagem de utilizadores com aquela fonte disponível. Com estas duas ferramentas podemos por exemplo criar a alternativa ao código anterior fornecido pelo Dreamweaver com o seguinte: div { font-family: Verdana, Geneva, "Lucida Sans", "DejaVu Sans", sans-serif }
O Verdana será visualizado por 99% dos utilizadores com Windows e Mac e por 70% dos utilizadores com Linux. O Geneva será visualizado por uma minoria com Mac e as fontes Lucida Sans e DejaVu Sans serão utilizadas pelos restantes 30% dos utilizadores em Linux. Fontes e dispositivos móveisPara dispositivos móveis a história é outra. No caso do Android navega-se com Droid Sans e mesmo o Opera Mini limita o tipo de fontes utilizado. Aqui as fontes são optimizadas para pequenos ecrãs e embora o resultado a nível estético não seja o melhor o texto fica legível de uma forma agradável. Data: 26 de Junho de 2011 às 14:18 O HTML5 e o CSS3 são a next big thing da Internet e os developers espumam-se da boca com certos efeitos que podem ser produzidos com código que estavam reservados a imagens ou Javascript complexo. As novidades do CSS3 são fantásticas, mas é necessária alguma precaução. 
Tenho andado a fazer várias experiências com HTML5 e CSS3 e já desenvolvi alguns projectos a utilizar estas novas especificações, embora ainda não sejam suportadas a 100%. No entanto são casos muito específicos onde a utilização é feita com browsers que suportam estas funcionalidades. Com toda esta experiência que obtive verifiquei que alguns browsers fazem transições lentas ou arrastam-se quando fazemos scroll na página. Isto é especialmente notado quando usamos as propriedades box-shadow e border-radius em conjunto, especialmente no Safari. E em computadores mais fracos em termos de processamento até o Opera e o Chrome se engasgam. Eu sou a favor que se use o CSS3 com toda a força, mas sempre com progressive enhancement em mente. Devemos criar uma boa experiência em todos os browsers (esqueçam o IE6 e 7) e garantir uma experiência superior ou um carregamento mais rápido com recurso a CSS3 caso o browser o suporte. Existem vários artigos interessantes na Net sobre como o fazer. Verifiquem no entanto, dependendo do público alvo de um website, se o processamento de um efeito em CSS3 não se torna mais penoso em termos de processamento do que o carregamento de uma imagem para fazer um background e tenham em mente que uma poupança de 900 bytes é negativa se tivermos um site que é lento a fazer efeitos de fade e se o scroll faz com que o browser se arraste. Para o utilizador final a culpa é do developer por ter criado um site lento, e não do utilizador por ter um computador lento. E eles até têm muita razão Data: 01 de Maio de 2011 às 16:06 Tenho partilhado várias dicas aqui no blog para tornar um site mais rápido. Algumas das dicas são relacionadas apenas com o WordPress, outras podem ser aplicadas a todos os sites em geral. Hoje partilho com vocês a “arte” de reduzir o tamanho do código CSS, Javascript e HTML. E como já foi explicado anteriormente, um site de tamanho reduzido não só é mais rápido como poupa tráfego e recursos do servidor. 
Existem developers obcecados com “código bonito”, todo indentado e com comentários úteis a demarcar cada secção, algo que apenas é útil ao próprio developer ou àqueles webmasters de vão de escada que andam a copiar o código dos outros. Um utilizador comum (ou um developer com mais que fazer) não vai ligar ao código fonte, se é bonito ou feio. Ora, eu sempre fui obcecado com código eficaz e não bonito. Se um carácter ocupa 1 byte posso começar a juntar o código todo numa só linha e a reduzir o tamanho do site. Como auto-didacta que sou comecei a fazer isto e a ver o tamanho de uma página a reduzir consideravelmente e apliquei este método na Sprint Total, pois na altura não tinha mais nenhum site. Se acham que isto é má prática ou se acham que não resulta, então consultem o código fonte do Google, pode ser que mudem de ideias. Existem ferramentas que fazem este trabalho por nós nos ficheiros CSS e Javascript, e assim podemos facilmente ter um ficheiro com “código bonito” para trabalhar e outro ficheiro em produção com código eficaz e reduzido. Reduzir tamanho dos ficheiros CSS O site CSS Drive tem uma óptima ferramenta para minimizar o código dos ficheiros CSS, é o CSS Compressor. Remove espaços, indentação, quebras de linha e comentários. No modo avançado ainda permite reduzir o tamanho dos códigos de cores, por exemplo passando #ffffff para #fff. Eu habituei-me de tal forma a desenvolver os meus ficheiros CSS para poupar o máximo de espaço que, após correr o código no CSS Compressor passei a reduzir apenas 1% a 2% do tamanho final do ficheiro, quando tinha valores perto dos 8% a 9%. Pode-se dizer que o CSS Compressor me ajudou a desenvolver de uma forma mais eficaz. Reduzir tamanho dos ficheiros Javascript Existe um site dedicado apenas à compressão online de ficheiros Javascript usando o YUI Compressor desenvolvido pela Yahoo! Developer Network. O Online YUI Compressor permite utilizar o YUI online para reduzir o tamanho dos nossos scripts de uma forma segura. Aqui podemos não só minimizar o código removendo espaços, indentação e quebras de linha como reduzir o nome de algumas variáveis que utilizamos nos scripts. No entanto aconselho a utilizar esta última função com código e a ter sempre um backup antes de aplicar o código minimizado. Reduzir tamanho dos ficheiros HTML Para reduzir os ficheiros HTML não conheço nenhuma aplicação, mas podem aplicar manualmente as dicas que indiquei anteriormente (é o que eu faço). Remover espaços, tabulações, usar CSS em vez de estilos no HTML e juntar tudo na mesma linha. Com estas reduções, basta agora aplicar a compressão Gzip a estes ficheiros e certamente que ficam com um nível de optimização de código muito acima da média. Data: 24 de Outubro de 2009 às 17:41 A velocidade com que um site carrega é crucial para a satisfação do utilizador. Os acessos à Internet estão cada vez mais rápidos e se temos que esperar mais do que 3 segundos para aceder, o mais provável é voltarmos atrás e escolher outro site para visitar. Mas, se o nosso público alvo não usa o Netscape 1.0 no Windows 95, podemos usar a compressão para tornar o carregamento de um site mais rápido. 
Hoje em dia todos os browsers aceitam compressão Gzip, e não é de admirar, com a compressão podemos reduzir o tamanho de um site em 70%! E o melhor de tudo é que podemos obter estes resultados com apenas algumas linhas de código, desde que o servidor HTTP seja o Apache. Compressão de ficheiros CSS e JSOs primeiros ficheiros a serem carregados por um browser são os CSS e JS. Estes são provavelmente os ficheiros que menos alteramos e podem ser facilmente comprimidos para Gzip com um programa como o 7-Zip e obter uma redução de tamanho considerável. Vamos então usar o 7-Zip para comprimir um ficheiro CSS para Gzip, passamos assim a ter dois ficheiros para colocar no servidor, por exemplo um style.css e um style.css.gz. Para que este ficheiro comprimido seja enviado caso um browser o peça devemos adicionar as seguintes linhas de código a um ficheiro .htaccess. <FilesMatch .*\.js.gz$>ForceType text/javascriptHeader set Content-Encoding: gzipHeader set Vary: Accept-Encoding</FilesMatch><FilesMatch .*\.css.gz$>ForceType text/cssHeader set Content-Encoding: gzipHeader set Vary: Accept-Encoding</FilesMatch> RewriteOptions InheritReWriteCond %{HTTP:accept-encoding} (gzip.*)ReWriteCond %{REQUEST_FILENAME} !^.+\.gz$RewriteCond %{REQUEST_FILENAME}.gz -fRewriteRule ^(.+) $1.gz [L]
Com este código vamos verificar se existe um ficheiro .css.gz ou .js.gz, e caso o browser peça o conteúdo comprimido o servidor envia esse ficheiro. Uma alteração simples que permite reduzir o tráfego utilizado pelo nosso servidor e pelo utilizador, resultando num site ligeiramente mais rápido. É uma situação onde ambas as partes ganham. Compressão de ficheiros de textoSe não tivermos um sistema de caching mas quisermos enviar as páginas dinâmicas do nosso site comprimidas podemos usar o mod_deflate do Apache. O que este módulo faz é comprimir em Gzip as nossas páginas no servidor, em tempo real, antes de as enviar para o utilizador. Claro que isto vai consumir recursos a nível de processador e aqui já é necessário verificar se o servidor onde estamos tem capacidade para tal, principalmente se estivermos numa conta de alojamento partilhado. Pessoalmente acho que faz todo o sentido sacrificar alguns ciclos de processamento para comprimir o conteúdo e tornar o carregamento do site mais rápido. Tal como anteriormente, para comprimir todo o conteúdo html no nosso site devemos adicionar as seguintes linhas de código a um ficheiro .htaccess. <IfModule mod_deflate.c>AddOutPutFilterByType DEFLATE text/html text/xml</IfModule>
Isto irá comprimir todo o conteúdo em HTML e XML no site em tempo real. Não irá no entanto comprimir os ficheiros CSS e Javascript, é aconselhável usar o método anterior para poupar recursos usar o método anterior. No entanto se quisermos comprimir também os ficheiros CSS e JS em tempo real, no caso de serem criados dinamicamente, devemos adicionar text/css text/javascript a seguir a text/xml. Para verificar se o conteúdo está a ser enviado comprimido em Gzip podemos usar a ferramenta de Compressão HTTP. Data: 09 de Outubro de 2009 às 00:01 |