A visualizar apenas posts com a tag html Anda por aí um hype desgraçado com o HTML5, principalmente com as guerras do uso do vídeo. O HTML5 é sinónimo de web semântica, não de vídeo online. E se alguns fanáticos já andam a ditar a morte do Flash, a verdade é que isso não vai acontecer tão cedo, e não sou eu que o digo, é mesmo a equipa de developers do Youtube. 
Para quem lê o blog e não percebe muito disto (aqueles que pensam que Web 2.0 é uma nova versão da Internet ), o HTML5 não é nada que se instale, é apenas uma especificação. Por exemplo, este blog está em XHTML 1.0, existem sites em HTML4 e todos eles funcionam correctamente, apenas mudam as tags que podem ser usadas e os atributos associados. Um site em XHTML ou HTML5 não vai ter diferenças de performance ou funcionalidade. Temos também que ter em conta que o HTML5 é, de acordo com a W3C, um working draft e não a versão final. Sem mais demoras, passo a explicar porque desisti da versão HTML5 do Youtube. Certo que a página carrega de forma mais rápida por não ter que carregar um plug-in, mas todas as restantes desvantagens tornam a tag vídeo em algo totalmente obsoleto para um site como o Youtube. Vídeos em ecrã completo apenas são suportados por alguns browsers e com aceleração por software. Tentar ver um vídeo em 1080p com WebM do HTML5 em fullscreen não é muito interessante, já o mesmo com Flash e suporte a aceleração por hardware corre bem até em computadores mais fracos como o meu netbook. Depois temos a questão do streaming, que simplesmente não existe, para isso necessitamos do Flash. Outras funcionalidades como as legendas apenas estão disponíveis com Flash. Não é o HTML5 que vai trazer o vídeo para a web, quem fez isso foi o Flash numa altura em que se fazia embed de vídeos em WMV, Real Player ou Quicktime. O Flash definiu um standard de vídeo para a web poderoso, e embora tenha problemas de performance em computadores mais lentos, continua a ser a escolha acertada em relação à tag <video>. Se não fosse o Flash hoje sites como o Youtube, Vimeo ou Hulu seriam miragens. O HTML5 vai ser óptimo para uma internet semântica, tags como o <header> e <footer> fazem mais sentido que um <div id="header">, mas para isso necessitamos que o HTML5 chegue à sua especificação final e de um Internet Explorer 9 com updates frequentes, assim como o suporte retroactivo a HTML5 para o IE8. HTML5 para vídeo aplica-se a sites com clips vídeo mais pequenos e dimensões reduzidas, sites com conteúdos de alta definição e streaming vão ter que continuar a usar o Flash. Data: 07 de Julho de 2010 às 16:11 Tenho partilhado várias dicas aqui no blog para tornar um site mais rápido. Algumas das dicas são relacionadas apenas com o WordPress, outras podem ser aplicadas a todos os sites em geral. Hoje partilho com vocês a “arte” de reduzir o tamanho do código CSS, Javascript e HTML. E como já foi explicado anteriormente, um site de tamanho reduzido não só é mais rápido como poupa tráfego e recursos do servidor. 
Existem developers obcecados com “código bonito”, todo indentado e com comentários úteis a demarcar cada secção, algo que apenas é útil ao próprio developer ou àqueles webmasters de vão de escada que andam a copiar o código dos outros. Um utilizador comum (ou um developer com mais que fazer) não vai ligar ao código fonte, se é bonito ou feio. Ora, eu sempre fui obcecado com código eficaz e não bonito. Se um carácter ocupa 1 byte posso começar a juntar o código todo numa só linha e a reduzir o tamanho do site. Como auto-didacta que sou comecei a fazer isto e a ver o tamanho de uma página a reduzir consideravelmente e apliquei este método na Sprint Total, pois na altura não tinha mais nenhum site. Se acham que isto é má prática ou se acham que não resulta, então consultem o código fonte do Google, pode ser que mudem de ideias. Existem ferramentas que fazem este trabalho por nós nos ficheiros CSS e Javascript, e assim podemos facilmente ter um ficheiro com “código bonito” para trabalhar e outro ficheiro em produção com código eficaz e reduzido. Reduzir tamanho dos ficheiros CSS O site CSS Drive tem uma óptima ferramenta para minimizar o código dos ficheiros CSS, é o CSS Compressor. Remove espaços, indentação, quebras de linha e comentários. No modo avançado ainda permite reduzir o tamanho dos códigos de cores, por exemplo passando #ffffff para #fff. Eu habituei-me de tal forma a desenvolver os meus ficheiros CSS para poupar o máximo de espaço que, após correr o código no CSS Compressor passei a reduzir apenas 1% a 2% do tamanho final do ficheiro, quando tinha valores perto dos 8% a 9%. Pode-se dizer que o CSS Compressor me ajudou a desenvolver de uma forma mais eficaz. Reduzir tamanho dos ficheiros Javascript Existe um site dedicado apenas à compressão online de ficheiros Javascript usando o YUI Compressor desenvolvido pela Yahoo! Developer Network. O Online YUI Compressor permite utilizar o YUI online para reduzir o tamanho dos nossos scripts de uma forma segura. Aqui podemos não só minimizar o código removendo espaços, indentação e quebras de linha como reduzir o nome de algumas variáveis que utilizamos nos scripts. No entanto aconselho a utilizar esta última função com código e a ter sempre um backup antes de aplicar o código minimizado. Reduzir tamanho dos ficheiros HTML Para reduzir os ficheiros HTML não conheço nenhuma aplicação, mas podem aplicar manualmente as dicas que indiquei anteriormente (é o que eu faço). Remover espaços, tabulações, usar CSS em vez de estilos no HTML e juntar tudo na mesma linha. Com estas reduções, basta agora aplicar a compressão Gzip a estes ficheiros e certamente que ficam com um nível de optimização de código muito acima da média. Data: 24 de Outubro de 2009 às 17:41 A velocidade com que um site carrega é crucial para a satisfação do utilizador. Os acessos à Internet estão cada vez mais rápidos e se temos que esperar mais do que 3 segundos para aceder, o mais provável é voltarmos atrás e escolher outro site para visitar. Mas, se o nosso público alvo não usa o Netscape 1.0 no Windows 95, podemos usar a compressão para tornar o carregamento de um site mais rápido. 
Hoje em dia todos os browsers aceitam compressão Gzip, e não é de admirar, com a compressão podemos reduzir o tamanho de um site em 70%! E o melhor de tudo é que podemos obter estes resultados com apenas algumas linhas de código, desde que o servidor HTTP seja o Apache. Compressão de ficheiros CSS e JSOs primeiros ficheiros a serem carregados por um browser são os CSS e JS. Estes são provavelmente os ficheiros que menos alteramos e podem ser facilmente comprimidos para Gzip com um programa como o 7-Zip e obter uma redução de tamanho considerável. Vamos então usar o 7-Zip para comprimir um ficheiro CSS para Gzip, passamos assim a ter dois ficheiros para colocar no servidor, por exemplo um style.css e um style.css.gz. Para que este ficheiro comprimido seja enviado caso um browser o peça devemos adicionar as seguintes linhas de código a um ficheiro .htaccess. <FilesMatch .*\.js.gz$>ForceType text/javascriptHeader set Content-Encoding: gzipHeader set Vary: Accept-Encoding</FilesMatch><FilesMatch .*\.css.gz$>ForceType text/cssHeader set Content-Encoding: gzipHeader set Vary: Accept-Encoding</FilesMatch> RewriteOptions InheritReWriteCond %{HTTP:accept-encoding} (gzip.*)ReWriteCond %{REQUEST_FILENAME} !^.+\.gz$RewriteCond %{REQUEST_FILENAME}.gz -fRewriteRule ^(.+) $1.gz [L]
Com este código vamos verificar se existe um ficheiro .css.gz ou .js.gz, e caso o browser peça o conteúdo comprimido o servidor envia esse ficheiro. Uma alteração simples que permite reduzir o tráfego utilizado pelo nosso servidor e pelo utilizador, resultando num site ligeiramente mais rápido. É uma situação onde ambas as partes ganham. Compressão de ficheiros de textoSe não tivermos um sistema de caching mas quisermos enviar as páginas dinâmicas do nosso site comprimidas podemos usar o mod_deflate do Apache. O que este módulo faz é comprimir em Gzip as nossas páginas no servidor, em tempo real, antes de as enviar para o utilizador. Claro que isto vai consumir recursos a nível de processador e aqui já é necessário verificar se o servidor onde estamos tem capacidade para tal, principalmente se estivermos numa conta de alojamento partilhado. Pessoalmente acho que faz todo o sentido sacrificar alguns ciclos de processamento para comprimir o conteúdo e tornar o carregamento do site mais rápido. Tal como anteriormente, para comprimir todo o conteúdo html no nosso site devemos adicionar as seguintes linhas de código a um ficheiro .htaccess. <IfModule mod_deflate.c>AddOutPutFilterByType DEFLATE text/html text/xml</IfModule>
Isto irá comprimir todo o conteúdo em HTML e XML no site em tempo real. Não irá no entanto comprimir os ficheiros CSS e Javascript, é aconselhável usar o método anterior para poupar recursos usar o método anterior. No entanto se quisermos comprimir também os ficheiros CSS e JS em tempo real, no caso de serem criados dinamicamente, devemos adicionar text/css text/javascript a seguir a text/xml. Para verificar se o conteúdo está a ser enviado comprimido em Gzip podemos usar a ferramenta de Compressão HTTP. Data: 09 de Outubro de 2009 às 00:01 |