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Quando lancei este blog sempre disse que aqui seria o local onde iria dar a minha opinião pessoal sobre vários assuntos, partilhar ideias e desenvolver aplicações úteis.

Noutros locais tal pode não acontecer, e é por isso que escrevo este post.

Escrever no computador

Quando um projecto ou comunicação feito por mim não está sobre meu controlo podem existir alterações no conteúdo que não são de todo do meu agrado. Nalguns locais posso-me dar ao luxo de não enviar conteúdo daquela forma, noutros não tenho essa sorte.

Portanto se virem algo escrito com o meu nome que não venha deste blog ou de outro dos meus projectos pode existir a possibilidade desse texto não reflectir a minha opinião, nem estar de acordo com os meus conhecimentos.

Fica aqui o alerta à navegação.

Conhecem o Layar, o primeiro browser de realidade aumentada? A localização dos postos de abastecimento do Mais Gasolina passaram a partir de hoje a estar disponíveis através desta aplicação para Android e iPhone.

Mais Gasolina Mobile no Layar

Quando lancei o Mais Gasolina uma das primeiras funcionalidades foi a possibilidade de exportação dos postos para o Google Earth e para os GPS da TomTom. Mais tarde veio a exportação para os GPS da NDrive e o Mais Gasolina Mobile.

Agora o Mais Gasolina passa a estar disponível no Layar.

O Mais Gasolina não está de todo preso ao computador, está cada vez mais móvel, e a implementação desta nova funcionalidade é apenas mais um passo para garantir um acesso gratuito noutras plataformas móveis.

Para testar basta abrirem a aplicação Layar e procurar pelo layer Mais Gasolina.

No fim de semana passado anunciei mais uma novidade para o Mais Gasolina Mobile disponível em m.maisgasolina.com, a geolocalização.

Agora é mais fácil obter os postos de abastecimento perto da nossa localização, algo indispensável numa web app deste género.

Mais Gasolina Mobile no Nexus One

Esta funcionalidade era para ter sido implementada logo de inicio, mas algumas dificuldades técnicas fizeram com que o Mais Gasolina Mobile fosse lançado sem esta.

Assim, se o browser do nosso telemóvel for compatível com a API de geolocalização da W3C (Android, Opera Mobile) ficamos a saber quais os postos mais perto da nossa localização.

Simples e eficaz, certo? Mas e se o browser não for compatível com geolocalização?

A pensar nestes casos foi criada uma nova área no Mais Gasolina Mobile que não só resolve esta situação como adiciona uma nova funcionalidade interessante. Na pesquisa por local basta indicar uma cidade ou localidade para obtermos os postos mais perto de nós. Por exemplo, se estiver em Matosinhos e pesquisar por esse local vou obter os postos de abastecimento mais perto de mim.

A nova funcionalidade interessante é a pesquisa por postos perto de locais onde iremos estar. Vamos supor que estou em Matosinhos mas quero saber onde abastecer em Portimão e apenas tenho o telemóvel comigo, basta uma pesquisa por Portimão e rapidamente fico a saber as bombas mais perto daquela localização.

Para quem possui um GPS continuo a aconselhar os pontos de interesse, disponíveis desde o lançamento do Mais Gasolina, no entanto o Mais Gasolina Mobile é a forma ideal de obter informações sobre o posto e os preços praticados.

Existem actualmente três jogos que não saem do meu Steam: GTA Vice City, GTA IV e Race Driver: GRID. Normalmente por esta altura jogo sempre Vice City, é um jogo que gosto e para passar o tempo é do melhor.

Desta vez decidi antes voltar a jogar Grand Theft Auto IV, e olhem que o jogo é terapêutico! Ajuda a libertar o stress e evita que ande por aí aos tiros na vida real :lol:

Grand Theft Auto IV

Sempre fui fanático por jogos de carros mas nunca gostei de estar limitado a pistas. Quando comecei a jogar GTA (o primeiro) tinha um novo tipo de jogo onde andava para todo o lado de carro com liberdade total. Fiquei viciado, principalmente quando saiu o Vice City!

Mas no GTA IV, apesar de ter menos espaço que o San Andreas, tem um guião interessante e muita coisa por explorar. Depois com os objectivos da Xbox Live (ou Games for Windows: Live) ainda se torna mais interessante voltar a jogar e completar alguns dos objectivos. Ainda hoje, mais de um ano depois, desbloqueei o objectivo Liberty City Minute onde tinha que acabar o jogo em menos de 30 horas.

Estou agora tentado a adquirir a expansão Episodes From Liberty City que contém o The Lost and Damned e The Ballad of Gay Tony.

Gosto mais de Carros do que Chocolates

O meu blog sobre carros não sofria uma actualização profunda no seu design desde que o coloquei online, em 2005.

Optimizado para resoluções mais pequenas, fruto dos seus 5 anos, esta sua primeira versão despede-se dando lugar a um design mais moderno que foi colocado hoje online.

Passados 15 dias de usar o Froyo no Nexus One decidi partilhar aqui a minha experiência não só do telemóvel desde que o adquiri mas também deste upgrade ao Android.

Google Nexus One

Já tinha escrito anteriormente sobre os updates para o Froyo e sobre a sua demora para os telemóveis com ROMs europeias (aka Vodafone). Esperei uma semana, decidi desbloquear o bootloader e colocar a ROM disponibilizada do outro lado do atlântico e não podia estar mais contente. Ainda não saiu a actualização do Froyo para quem tem uma ROM europeia.

O Nexus One como telemóvel
O Nexus One como telemóvel deixa-me bastante satisfeito, a integração dos contactos com o Google Contacts e as aplicações do GMail e GTalk são um must-have para mim.

A qualidade das chamadas é fantástica. Comparado com outros telemóveis, em alta-voz a qualidade é muito superior graças aos dois microfones para cancelar ruído.

Os pontos fortes do Froyo
A actualização para o Froyo tornou o telemóvel muito mais rápido. Tudo responde de forma instantânea e ao navegar na Internet é onde se nota a maior diferença. As páginas carregam quase instantaneamente e a possibilidade de aceder a sites em Flash é fantástica. E a performance é excelente, ao aceder a um site pesado como o 2 Advanced as animações são fluídas e o som não tem soluços.

Agradou-me também bastante o widget News and Weather que foi actualizado para abrir os links das noticias directamente no browser e não na aplicação em si, permitindo-me visualizar estas no browser incluído ou no Opera Mini.

A nível de autonomia passei a conseguir 3 dias de autonomia com uma utilização razoável com Wi-Fi, 3G, sincronização de dados activa, chamadas, sms e navegação na internet. O meu LG aguentava uma semana ligado, mas também o seu processador era de 400MHz e não de 1GHz e não o utilizava de forma tão intensiva porque era um telemóvel limitado.

Os pontos fracos do Froyo
É verdade, nem tudo é positivo. Em todos os telemóveis que tive os botões do volume permitiam passar de Silêncio > Vibrar > Som, até com o Android 2.1 isso acontecia. Esta opção foi removida no Froyo e agora ou passamos de Silêncio > Som ou Vibrar > Som. Segundo o suporte do Google, alguns utilizadores ficavam confusos com a utilização desta funcionalidade.

Este é um problema do Android, ser feito nos Estados Unidos, mas já lá chegarei!

O hype do Tethering
O problema deste sistema operativo ser baseado nos Estados Unidos é o hype, muito típico da Apple, em apresentar funcionalidades que existem à anos em telemóveis asiáticos ou europeus. O meu Samsung através de infravermelhos (não existia Bluetooth ainda) funcionava como um modem, e eu cheguei a usá-lo. Os Nokia com um cabo especifico também funcionavam como modem e garantiam acesso à internet. E o Windows Mobile fazia a mesma coisa, por cabo ou por Bluetooth através do ActiveSync. Sendo um sistema operativo concorrente, não se percebe porque tal funcionalidade ficou por implementar.

A novidade do Froyo é mesmo a criação de hotspots para aceder à internet que me permite partilhar a ligação por mais que um aparelho, e não sei se não existirá nenhum Nokia que não fizesse isto.

Em conclusão
Estou bastante satisfeito com o Android 2.2 e com o Nexus One. Já experimentei vários telemóveis e as animações adicionais como o Sense ou o Motoblur, embora engraçados, interferem bastante no que é o Android. Com o Nexus One temos acesso ao que o Google considera um telemóvel high-end em que outros aparelhos se devem basear e, claro, temos acesso à experiência pura, vanilla, do sistema operativo Android

Foi anunciado no blog do Nexus One que chegou o último carregamento de aparelhos ao Google. Assim que estes forem vendidos através da loja online, o Google irá cessar a sua comercialização. Serão disponibilizados para os developers alguns aparelhos através do programa Android Market Publisher.

O Nexus One continuará a ser comercializado pela Vodafone na Europa e pela KT na Coreia, no entanto existem dúvidas sobre a continuidade da venda do Nexus One através da T-Mobile e AT&T.

O valor das acções está em queda, a Consumer Reports não recomenda a aquisição do iPhone 4, existe uma acção judicial contra a Apple e vários posts sobre problemas do iPhone 4 foram eliminados dos fóruns da Apple.

É um bom exemplo de relações públicas sobre o que não fazer em tempo de crise.

iPhone 4

Caiu por terra o que muitos já suspeitavam, o update de software era apenas um atirar de areia aos olhos apesar de muitos crentes acreditarem nesta salvação. O problema do iPhone não é de software mas sim de hardware, a Consumer Reports verificou essa situação e não aconselha a aquisição do iPhone 4.

Esta “bomba” vindo de uma fonte credível colocou os media nos EUA a falar dos problemas do iPhone 4, com vários especialistas a indicar que a Apple deve fazer um recall imediato do telemóvel e resolver esta situação de forma gratuita para evitar manchar ainda mais a reputação da marca e reconquistar a confiança dos consumidores e dos seus accionistas.

Lançar um comunicado a pedir para que agarrem no telemóvel de maneira diferente e, posteriormente dizer que é uma falha de software quando tal foi testado e desmistificado colocou a Apple num buraco fundo, e só um recall pode salvar a imagem da marca. Existe quem já compare este caso ao da Toyota, indicando as quedas de vendas e o prejuízo causado depois de serem conhecidos os problemas com os aceleradores.

Actualização a 17/07/2010:
A Apple fez uma conferência de imprensa onde tentou acalmar os ânimos em relação ao “Antennagate”. Confirma-se que existe um problema com a recepção do iPhone 4 e a empresa vai oferecer uma capa ou devolver o dinheiro a quem tenha comprado uma. Se mesmo assim os clientes não ficarem satisfeitos podem pedir a devolução do montante em 100% e devolver o telemóvel.

A equipa de engenheiros da Apple está neste momento a trabalhar 24/7 para encontrar uma solução pelas perdas de recepção, uma vez que a oferta das capas pode custar à Apple mais de 40 milhões de dólares.

Nesta conferência de imprensa, Steve Jobs comparou o iPhone a outros telemóveis, ao que os fabricantes acusados responderam que uma coisa é perder 1 barra ao segurar o telemóvel em certos pontos, outra é ficar sem sinal e a chamada cair.

Mesmo após esta conferência de imprensa a Consumer Reports mantém a sua posição e não recomenda o iPhone 4 até que uma solução séria seja conseguida, no entanto diz que a oferta de capas é um bom passo para garantir um aparelho funcional a quem já adquiriu o telemóvel

 
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