A visualizar apenas posts colocados no ano de 2014

Até agora se quiséssemos usar o PHP 5.5 com o WordPress tínhamos um festival de erros se não fosse usado um plug-in que permitisse o acesso ao MySQL por mysqli ou PDO. Com o WordPress 3.9 isso acabou.

Wordpress

Agora passa a ser possível usar PHP 5.5 com o WordPress 3.9, uma vez que passa a ser usado o mysqli quando as funções mysql não estão disponíveis.

O ideal seria a opção pelo PDO para que no futuro se possa migrar facilmente para MariaDB, Percona, ou MongoDB. Desta forma já passa a ser possível utilizar a última versão do PHP e até ver são raros os plug-ins que continuam a aceder directamente ao MySQL sem usar o wpdb do WordPress.

O primeiro trimestre de 2014 trouxe uma surpresa, com o número de utilizadores a aceder a sites pelo telemóvel a descer ligeiramente.

Estatísticas

 

Browsers
Browsers

Neste primeiro trimestre verificou-se uma ligeira inversão do que foi verificado em 2013, tendo diminuindo o número de utilizadores com acesso por telemóvel ou tablet. Em termos percentuais todos os browsers subiram, excepto o Opera.

Sistemas Operativos
Sistemas Operativos

Nos sistemas operativos a mesma situação, a percentagem de utilizadores com Windows subiu, tendo descido o número de utilizadores com acesso por telemóvel ou tablet. O número de utilizadores com Windows 8 vai subindo ligeiramente, estando a maioria a usar Windows 7. A percentagem de utilizadores com Windows XP já é agora inferior a 20% e deverá descer rapidamente no próximo trimestre.

Resoluções
Resoluções

Nas resoluções de ecrã verificou-se apenas uma descida nas resoluções mais pequenas dos telemóveis.

As estatísticas aqui apresentadas são provenientes de vários sites com um público alvo generalista. São incluídos os dados de cerca de 150.000 utilizadores únicos baseados em Portugal.
Os dados aqui apresentados podem não corresponder ao público alvo do seu website.

O Silent Life Project recebeu uma actualização de hardware e o consumo energético baixou para 87w em idle já com todos os periféricos incluídos.

Mais performance, menos consumo e o ruído continua a 0.

Silent Life Project - Novo Hardware

O hardware que tinha instalado já tinha alguns anos, e embora alguns componentes já tivessem sido trocados como os discos e a gráfica, estava na altura de pensar em alterar a configuração do PC. A ideia principal era comprar um SSD para disco principal, mas tinha que reinstalar o sistema operativo. Já que ia ter o trabalho porque não optar pela versão 64 bit e aumentar já a Ram para 8GB? Nova motherboard, novo processador e no fim tinha uma configuração nova.

Os componentes foram escolhidos com um compromisso entre performance e consumo energético, afinal quanto menos energia consumirem os componentes, menos calor e menos ruído.

O novo hardware

A gráfica já tinha sido substituída em Dezembro de 2012, a antiga HD3870 já não se portava a altura com alguns jogos, então optei pela MSI HD7770 de 1GB de Ram. Agora tinha optado por uma versão com 2GB, mas na altura não tinha intenções de aumentar a Ram do computador e com a diferença de preço e um sistema operativo a 32bit optei pela versão de 1GB.

A motherboard escolhida foi uma Asus H87-Pro por causa do número de portas USB3. Como não pretendo fazer overclock nem preciso de wireless ou bluetooth esta foi a escolha acertada.

O CPU foi o i5-4570S que tem o mesmo TDP que o E7200 que veio substituir (65w) com a diferença que tem 4 cores em vez de dois a uma velocidade superior. O E7200 era de 2.53GHz e o i5 2.9GHz mas com Turbo se apenas forem usados dois cores chega aos 3.6GHz

As memórias são umas G.Skill RipjawsX 2x4GB. Este foi o item que mais custou a escolher para “casar” com a motherboard e ter timings baixos sem usar voltagens elevadas como outras opções da Kingston que estiveram em vista, e como não ia fazer overclock não fazia sentido ter memórias com uma voltagem superior.

Nos discos mantive um dos 2.5″ da Seagate, removendo a configuração RAID e adicionei um Samsung 840 EVO. Foi aqui que notei as maiores diferenças no desempenho do computador.

O Samsung 840 EVO e o Seagate dentro do Scythe Quiet Drive
O Samsung 840 EVO e o Seagate dentro do Scythe Quiet Drive

O problema da placa de som

A placa de som teve que ser trocada. Tinha uma Audigy 2 Platinum eX com drivers que já não eram suportados mas que ainda corriam em Windows Vista e 7 a 32bit. Infelizmente ao passar para 64bit os drivers não funcionavam correctamente, tinha que fazer algumas alterações para os carregar e optei por mudar a placa de som por uma Asus Xonar Essence STX.

Esta placa é supostamente feita para audiófilos, tendo um amplificador para os headphones e um chip que é uma suposta evolução do que era usado na Audigy. O som é muito bom, mas o da Audigy era melhor.

Tem ainda uma funcionalidade interessante, mas que é irritante. Um relé que apenas fornece sinal aos auscultadores depois da placa arrancar. Isto é bom para evitar que os auscultadores se danifiquem, mas podiam ter usado um relé silencioso como se usa actualmente em equipamento de Hi-Fi e até em automóveis.

Parece ser a norma nos equipamentos de áudio recentemente. Verdade seja dita, para ouvir MP3 é aquela coisa, mas uma placa dirigida a audiófilos deveria ser superior a uma placa com 11 anos.

Consumo energético reduzido

O computador consumia 112w em idle, tendo reduzido o valor quando troquei a placa gráfica. Neste momento apenas consome 87w em idle.

Atenção que este valor engloba tudo, o computador em si e os periféricos necessários (monitor, UPS, router, etc). Não experimentei verificar apenas o consumo do computador, mas pelas minhas contas deve rondar os 65w a 70w.

Consumo em idle apresentado pelo Zalman MFC2
Consumo em idle apresentado pelo Zalman MFC2

As temperaturas estão 9 a 10 graus acima da temperatura ambiente com a gráfica em modo passivo e as ventoinhas a 360rpm. A jogar infelizmente nota-se que apesar do TDP do processador ser o mesmo, o i5 emite mais calor do que o E7200.

Visão geral do interior da caixa com o novo hardwar
Visão geral do interior da caixa com o novo hardware

Estou bastante satisfeito com o consumo de energia que reduziu consideravelmente e com o aumento de performance que se nota diariamente vindo do SSD. Se estão a pensar em fazer um upgrade um SSD é essencial, é uma diferença de performance que se nota diariamente e não apenas em jogos ou aplicações mais pesadas.

O Opera foi em tempos, para mim, o melhor browser que existia. Foi o pioneiro na navegação com abas (tabs), apresentou o Speed Dial, os nicknames para os favoritos (escrever gasolina e aceder a www.maisgasolina.com) e o interface MDI.

Infelizmente com o lançamento do Opera 15 tudo mudou e está na altura de mudar de browser.

Raposa na neve

Fui forçado a deixar o Opera 12 pelo Google que começou a bloquear o acesso a certas funcionalidades como o AdSense. Ainda era possível o acesso mascarando o Opera como Firefox, mas deixava de ver os gráficos apresentados, que funcionam na perfeição se identificar o browser como Opera. Para uma empresa com um browser que defende os standards da internet é estranho este browser sniffing.

Deixou de ser produtivo usar o Opera desta forma e decidi procurar uma alternativa. Optar pelo Opera 15 está fora de questão e o Chrome coloca-me dúvidas sobre a protecção da minha privacidade. Chegou a altura de deixar o browser que comecei a usar e cheguei a comprar por outro browser semelhante, mas actualizado. O único que me permitia um nível de performance, segurança e personalização suficiente é o Firefox.

Foram precisos vários add-ons para colocar a raposa a cantar bem, mas com a ajuda dos fóruns do Opera consegui obter vários add-ons que permitem ter uma experiência semelhante ao Opera 12. Alguns destes addons foram desenvolvidos para isso mesmo, trazer funcionalidades do Opera para o Firefox.

Tabs

O Opera foi o primeiro browser a ter navegação por abas e até à versão 12 continua a ser o que melhor gere as várias abas. Felizmente existe o add-on Tab Mix Plus que trás várias das funcionalidades do Opera para o Firefox. A extensão Private Tab permite também abrir uma aba de navegação privada tal como o Opera 12.

Controlo de conteúdo

No Opera bloquear o acesso a certos sites ou bloquear o Javascript num site em especifico era simples. No Firefox temos dois add-ons, o Block site para o bloqueio de conteúdo de certos endereços e o YesScript que permite bloquear o Javascript em certos sites.

Wand

O Wand é fantástico na gestão de passwords, e nem com plug-ins o Firefox consegue chegar ao mesmo nível de funcionalidade. Mas já ajuda ter os add-ons RememberPass para permitir guardar passwords em todos os sites e o Secure Login que é baseado no Wand e permite funcionalidades como usar vários logins para o mesmo website ou o login automático através de um atalho do teclado ou um ícone.

SpeedDial

O SpeedDial é um must-have do Opera e nenhum browser conseguiu uma implementação de algo tão fundamental, afinal apenas visitamos um número limitado de websites diariamente. O melhor que encontrei foi o Fast Dial que permite personalizar o aspecto para ser o mais semelhante possível ao Opera.

Interface

Para permitir ter o interface semelhante ao que usava no Opera precisei de instalar o Movable Firefox Button para ter um ícone pequeno tal como no Opera para o menu e o Menu Editor, um mal necessário para retirar várias opções dos add-ons instalados do menu de contexto nas páginas.

Para me ajudar nos downloads e permitir abrir um ficheiro em vez de guardar, tal como no Opera 12, instalei o OpenDownload².

Dragonfly e Notes

O Dragonfly é muito bom para o desenvolvimento web, felizmente existe um add-on ainda melhor para o Firefox, o Firebug. No browser no escritório algo impensável é não ter acesso às notas. O ScrapBook é perfeito, e como tinha as notas do lado direito do ecrã tive também que instalar o RightBar.

O Firefox passou a ser vencedor no teste Web Browser Grand Prix do Tom’s Hardware, e se em versões anteriores era tudo menos estável e fiável, actualmente aparenta ser um browser com alguma qualidade. Espero que esta lista de add-ons possa ser útil a quem pertence aos 1% que ainda usam o Opera 12 e, tal como eu, não se identificam com a nova versão do Chropera.

No último trimestre de 2013 as alterações não foram muitas. O Chrome continua a ganhar terreno e o número de utilizadores com Windows voltou a subir.

Estatísticas

 

Browsers
Browsers

O Google Chrome voltou a crescer, principalmente em dispositivos móveis com versões mais recentes do Android.

Sistemas Operativos
Sistemas Operativos

O Windows voltou a crescer com mais 5% de utilização comparando ao trimestre anterior impulsionado pelo lançamento da versão 8.1, apesar do número de utilizadores com a versão 8 e 8.1 ficarem abaixo dos 10% do total de utilizadores com Windows. O Windows 7 continua a ser usado pela maioria.

Resoluções
Resoluções

Nas resoluções de ecrã não existem grandes alterações comparativamente com o trimestre anterior.

As estatísticas aqui apresentadas são provenientes de vários sites com um público alvo generalista. São incluídos os dados de cerca de 200.000 utilizadores únicos baseados em Portugal.
Os dados aqui apresentados podem não corresponder ao público alvo do seu website.
 
Copyright © 1985 - 2017 Eduardo Maio. Alguns direitos reservados.
eduardomaio.net - Às vezes mais valia ser Agricultor do que Programador
Ao navegar no blog eduardomaio.net está a concordar com os termos legais e de privacidade.