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O Cities: Skylines é um simulador semelhante ao Sim City onde gerimos uma cidade e todas as suas infra-estruturas.

Foi o primeiro jogo do género a me cativar desde o saudoso Sim City 4.

Cities: Skylines

Sou um grande viciado em Sim City, sempre gostei deste jogo desde a primeira versão até ao Sim City 4 com a expansão Rush Hour que ainda jogava ocasionalmente.

As novas versões do Sim City que saíram entretanto falharam todas em substituir o Sim City 4 e saíram ainda outros jogos de outras empresas que não conseguiram cativar os fãs do Sim City.

Mas agora é diferente. O Cities: Skylines tenta fazer uma simulação semelhante ao Sim City, sendo cada cidadão simulado individualmente, ao contrário do Sim City, excepto quando colocávamos Sims na cidade.

Os pontos positivos e negativos

Os pontos positivos são muitos, principalmente na criação de estradas permitindo fazer pontes, acessos às auto-estradas, tudo de forma livre, sem estarmos dependentes das limitações impostas como no Sim City 4. Os túneis ainda não estão disponíveis mas serão disponibilizados numa futura actualização. Existem também novas formas de energia, a possibilidade de criar distritos e zonas industriais com um tipo de actividade especifica.

É também possível criar caminhos para pedestres, inclusive pontes pedestres que podem ajudar a melhorar a mobilidade dos cidadãos na cidade.

Os edifícios são interessantes e como podemos seguir os vários carros a entrar e a sair da cidade temos uma vista quase em primeira pessoa do que é viver na cidade que criamos e isso faz com que exista interesse em fazer uma cidade boa para viver com espaços verdes e bons acessos.

Mas existem pontos negativos, apesar da liberdade na criação de estradas é difícil ter relatórios gerais de onde vem e vai o tráfego, como existe com o Sim City 4: Rush Hour. É necessário criar um número elevado de aterros e incineradoras (7 aterros e 4 incineradoras para 50 mil pessoas) e é difícil controlar a poluição. Curiosamente a poluição apenas existe no solo e na água, não existe simulação da poluição do ar, pelo que zonas com elevado tráfego mostram zero poluição. Devem ser todos eléctricos ou a hidrogénio.

Faltam também os assessores para nos informar o que existe de errado na cidade, em vez disso temos uma espécie de Twitter com mensagens dos cidadãos, mas bastante chatas, normalmente pouco relevantes para o jogo e cheias de hashtags.

Disponível no Steam

O Cities: Skylines está disponível no Steam e está integrado com a Steam Workshop o que permite aceder a modificações de forma simples e a comunidade já fez vários edifícios e alterações que tornam o jogo mais interessante.

Existe até um antigo designer da Maxis que está a desenvolver edifícios para o Cities: Skylines na Steam Workshop.

Se gostam deste estilo de jogos recomendo o Cities: Skylines. Não é um substituto a 100% do Sim City 4, mas é o que mais perto lá anda.

O Assetto Corsa é actualmente um dos melhores simuladores de automóveis, e encontra-se disponível através da Steam.

O jogo foi lançado como “Early Access” sendo financiado por quem ia comprando o jogo e foi sendo terminado até chegar à versão 1.0.

Ferrari F40 no Assetto Corsa

Disponível no Steam o Assetto Corsa é um simulador que foi sendo desenvolvido pela Kunos Simulazioni, uma empresa italiana, que foi fornecendo feedback durante o desenvolvimento do jogo e ouviu a comunidade sobre o que faria do Assetto Corsa um simulador de eleição.

Destaca-se a licença da Ferrari para usar carros como o mítico F40, passando pelo fantástico 458 Italia e o mais recente LaFerrari. As pistas foram passadas da vida real para o virtual com recurso a laser e existe um suporte fenomenal a volantes como o comum G27 a outros setups mais exóticos como Fanatec. Foi o primeiro jogo onde já existia uma configuração para o meu volante que funciona.

Aproveitei a promoção do Steam de 50% de desconto, que infelizmente acabou e está neste momento a 30%, para comprar este jogo que já estava na minha lista de compras.

Comecei logo por conduzir o F40 em Monza e o 458 Italia em Spa por serem duas pistas que já conhecia da Formula 1. Achei estranho ao inicio por estar habituado ao poder de aceleração e travagem dos F1, mas testei depois o Lotus Exos T125 e comecei a perceber melhor que as trajectórias e os limites estavam definidos pelo tipo de carro e não pela pista, um verdadeiro simulador.

Tem um modo de carreira onde começamos com um Abarth 500 EsseEsse e vamos progredindo, alguns desafios com diferentes carros e pistas e o modo de treino onde podemos perder horas e horas à volta numa pista a olhar para o Delta e tentar melhorar alguns milissegundos nas Lesmo ou na Ascari. Existe também um modo online que ainda não experimentei.

Teria que perder muito tempo a explicar tudo o que o Assetto Corsa trás, desde telemetria adicional que podemos escolher, pistas clássicas, alteração da temperatura e altura do dia, etc.

Não é um jogo, é um simulador. É preciso um bom volante para tomar partido das capacidades deste jogo, embora seja possível jogar também com o comando da Xbox 360. Se gostam de conduzir aproveitem para comprar este simulador com desconto até ao fim do ano.

Aproveitei em Junho para comprar o Euro Truck Simulator 2, o Gold Bundle com a expansão Going East! por um preço bastante baixo no Steam, mas só agora decidi fazer uma análise do jogo, após 57 horas jogadas.

Volvo FH16 750 no Euro Truck Simulator 2

O Euro Truck Simulator 2 (ETS2) é um simulador de camionagem, começamos do zero a fazer entregas por outras empresas até termos dinheiro suficiente para comprar a nossa própria garagem e camião.

Existem várias marcas de camiões como Volvo, Scania ou Man e vários tipos de mercadoria e transporte a efectuar. Desde carros, escavadoras, comida, materiais explosivos, combustíveis, entre outros.

O mapa é limitado, tem apenas algumas cidades europeias e apenas circulamos na zona industrial das cidades, como é normal quando se conduz um camião. Não faria sentido passar no meio de Paris com um camião para entregar uma escavadora. No entanto algumas estradas estão reproduzidas bastante perto da realidade, como o caso da A7 na Holanda saindo de Amesterdão para Groninga. As cidades mais a este, disponíveis com a expansão, são mais detalhadas assim como as estradas.

É possível jogar com o teclado e existem várias opções que podem ser desactivadas para tornar a simulação mais realista. Podemos até ajustar a posição do banco dentro da cabine.

O jogo saiu em Janeiro de 2013 mas continua a ser actualizado. Os gráficos não são nada de extraordinário, mas o jogo é viciante e para um jogador casual acaba por ser relaxante. Existe uma enorme comunidade a jogar ETS2, vários vídeos no Youtube e não faltam alterações feitas por entusiastas ao jogo, até um modo multiplayer. Alguns jogadores já contam com mais de 500 horas de jogo.

Os únicos defeitos são a falta de Espanha e Portugal que estavam disponíveis no mapa do primeiro ETS, o AI que não é muito inteligente, algumas estradas com sinalização errada (indicar duas faixas para um destino e só existir uma) e as luzes que de noite pouco iluminam obrigando a circular de máximos.

Se gostam de conduzir (não confundir com corridas) e gostam de camiões aconselho o Euro Truck Simulator 2 com a expansão Going East.

A Codemasters deixou de saber fazer jogos de carros. O Grid 2 é uma desilusão e não tem nada a ver com o Race Driver: GRID, um dos melhores jogos de carros.

Grid 2

Tenho jogado cada vez menos, só nas férias para passar o tempo. Decidi experimentar o Grid 2, afinal o anterior era um jogo fantástico e o F1 2011, último jogo que comprei e que é bastante decente está sempre a bloquear quando jogo muito tempo seguido e perdi a paciência para voltar 2 a 3 corridas atrás sempre que o jogo bloqueia.

Esta análise ao jogo já vem tarde, que ele saiu há muito tempo, mas se gostam do primeiro Grid então esqueçam o Grid 2. Desapareceu Le Mans, existem apenas meia dúzia de circuitos e corridas a sério (incluindo Portimão) e o resto é do mais inventado que existe.
Pistas que mudam durante a corrida, checkpoints e eventos de publicidade em que ganhamos pontos num carro a ultrapassar calmamente jipes? :shock:

Deixou de ser uma mistura entre simulador e arcada e passou a ser dedicado à nova geração, que até está a perder o interesse nos automóveis. Faz assim sentido que se corra para ganhar fãs e apareçam vídeos sempre que se desbloqueia um campeonato a mostrar vídeos no Youtube com muitas visualizações e Likes, threads em fóruns a falar sobre pilotos entre outras coisas que não fazem muito sentido.

Deixamos assim de ter que ser bons para ter acesso a carros, é-nos dada a escolha entre 2, e se quisermos depois podemos fazer uma corrida simples para ter o outro carro, não vá esta nova geração ficar chateada por ter que trabalhar para ter acesso a alguma coisa :lol:

É melhor jogar sem som

Os comentários são do pior, fazem lembrar o DiRT 3 com um mecânico que devia ter bebido alguns Red Bull para se animar e vai falando sempre nas piores alturas.

Vais entrar numa curva? Deixa-me dizer-te que tens que manter a tua posição de primeiro lugar, podias não saber… Foste ultrapassado, tens que recuperar a posição… E o pior de tudo, dizer que temos que começar a ultrapassar cedo num contra-relógio, sem mais ninguém em pista.

Podiam ter tirado algumas dicas do F1 2011 em que recebemos informação útil, de forma faseada. Ao menos no Grid 2 parece que somos o Kimi Räikkönen pois só apetece gritar “Leave me alone. I know what I’m doing”.

Consistência? A Codemasters não conhece essa palavra

Vamos entrar numa corrida, o piloto que vai em primeiro lugar vai fugir de vocês com um avanço de 2 segundos, aconteça o que acontecer. Corrida seguinte, vocês ganham com um avanço de 2 segundos, parece um passeio de fim-de-semana.

Não existe consistência entre pilotos e resultados. Parece mais que estamos a jogar no Euromilhões, é uma questão meramente de sorte. E o pior de tudo, acabamos em segundo, começamos a segunda corrida em 11º, mas em primeiro lugar vai sair quem acabou em primeiro.

Onde andam os jogos de carros a sério?

O Grid 2 podia ter sido um grande jogo se optassem por modalidades reais (WTCC, BTCC, GP2) mas acabaram por estragar o jogo. Parece que actualmente quem quiser jogar a sério tem que optar pelo Forza, Gran Turismo ou F1.

É pena.

Já está disponível o F1 2011 para PC produzido pela Codemasters. Felizmente, ao contrário do DiRT 3, este é um jogo a sério sem tretas de X-Games nem nada do género.

Jogo F1 2011

O F1 2011 está bastante realista e permite fazer dele um autentico simulador de F1 com todas as regras aplicadas, desgaste realista do carro e com um nível de dificuldade impressionante. Mesmo com os oponentes em modo amador é normal em algumas pistas ficarmos a meio da tabela.

Nota-se bem a diferença nos tempos com as diferentes condições atmosféricas, assim como após serem feitas algumas voltas e o carro estar com os pneus e travões quentes.

A banda sonora é fraca (para não dizer inexistente) e existem algumas animações que fazem falta como a subida ao podium que sempre davam um toque especial ao jogo. Os gráficos não são nada de especial, mas as pistas estão reproduzidas de forma realista.

Mas o que interessa aqui é o jogo, é viciante mesmo sem os gráficos e tudo mais.

Se jogavam GRID e gostavam de conduzir os Dallara nos eventos Open-Wheel então o F1 2011 é o próximo jogo que devem comprar.

O Google+ (ou Plus), a rede social do Google passou a ter jogos incorporados. Títulos como Angry Birds, Bejeweled ou Bubble Island já se encontram disponíveis para jogar.

Google Plus com Angry Birds

Alguns utilizadores do Google+ tinham receio que a associação de jogos à rede fosse “infantilizar” a mesma, tornando-a no Facebook. Eu próprio tinha este receio, mas felizmente a integração foi efectuada de uma forma bastante inteligente ao colocar os jogos numa secção à parte, assim como todas as mensagens relacionadas com o mesmo.

Não vão encontrar no vosso Stream ninguém a dizer que bateu um recorde no Angry Birds, esta informação fica contida à secção de jogos no Games Stream. Assim que não tiver interesse em jogos não é incomodado.

Os jogos encontram-se integrados de forma razoável na rede. No caso do Angry Birds dependendo do número de amigos a jogar e do número de estrelas que obtém, podemos ter acesso a níveis adicionais na área de Teamwork. Os restantes jogos que experimentei não têm mais nenhum tipo de integração, apenas permitindo partilhar e comparar os resultados entre amigos.

Vamos esperar para ver que novos jogos vão ser desenvolvidos e se o Angry Birds vai ter novos níveis específicos para o Google+.

Para fazer uma pausa do TDU2 comprei o DiRT3. Após ler algumas reviews e ver alguns vídeos no Youtube pensei que este seria um bom jogo de rally. Afinal enganaram-me!

Gymkhana no DiRT 3

O primeiro jogo que comprei para PC (que ainda o tenho na caixa original) foi o Network Q RAC Rally Championship, isto em 97 ou 98 com o fantástico Impreza na capa e com a voz de Tony Mason como co-piloto. Já na Saturn o Sega Rally foi o primeiro jogo que veio com a consola quando a comprei.

Mas sendo um petrolhead é normal que me agarre a jogos de carros. E a Codemasters tem bastante experiência em jogos de carros, não nos podemos esquecer dos TOCA e do fantástico GRiD. Mas as coisas correram mal com o DiRT 2 com modos de jogo um pouco enfadonhos que são mais apreciados pelos jogadores da terra dos muscle cars.

Ora, pelas reviews dava ideia que o jogo era só rally com um pouquinho de nonsense dos X-Games e a treta do Gymkhana e do Ken Block.

No inicio realmente era assim, mas começou cada vez mais a ser X-Games, Gymkhana e cada vez menos rally. O resultado é que joguei pouco mais de 18 horas e já me fartei do jogo :x

O jogo tem pontos positivos, a banda sonora é fantástica e o modo Gymkhana até é interessante durante os primeiros 5 minutos, mas como jogo de rally deixa muito a desejar.

A conclusão que tiro daqui é que quem anda a fazer reviews a jogos de carros não gosta muito de conduzir. Já no último NFS Hot Pursuit em nenhuma review que li se queixavam que o jogo não deixava jogar com caixa manual. Acho que me devo dedicar ao Test Drive Unlimited ou então comprar uma PS3 para jogar GranTurismo.

 
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