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Quando lancei este blog sempre disse que aqui seria o local onde iria dar a minha opinião pessoal sobre vários assuntos, partilhar ideias e desenvolver aplicações úteis.

Noutros locais tal pode não acontecer, e é por isso que escrevo este post.

Escrever no computador

Quando um projecto ou comunicação feito por mim não está sobre meu controlo podem existir alterações no conteúdo que não são de todo do meu agrado. Nalguns locais posso-me dar ao luxo de não enviar conteúdo daquela forma, noutros não tenho essa sorte.

Portanto se virem algo escrito com o meu nome que não venha deste blog ou de outro dos meus projectos pode existir a possibilidade desse texto não reflectir a minha opinião, nem estar de acordo com os meus conhecimentos.

Fica aqui o alerta à navegação.

Acabei de ver na SIC e ler no Público que a edição de 2010 do Red Bull Air Race em Portugal foi cancelada por razões que ainda não são ainda conhecidas

Peter Besenyei no Red Bull Air Race - Porto 2009

Esta prova iria ser efectuada em Lisboa, no entanto foi acordado que este ano a prova continuaria nas margens do Douro, sendo organizada entre Lisboa e Porto a cada ano. Segundo a notícia no Público a situação pode estar relacionada com dificuldades económico-financeiras relacionadas com a crise internacional.

Eu já tinha pensado que o Red Bull Air Race tinha acabado ao mudar-se para Lisboa, mas ainda fiquei com esperança que este ano as coisas voltassem à normalidade com a corrida a manter-se nas margens do Douro. Esta foi a machadada final.

O povo português é previsível e tem a memória curta. Já Salazar dizia que éramos o povo dos 3 éfes, e acho que ele tinha muita razão.

Já me estou a mentalizar que este Verão vou ter que ouvir as vuvuzelas sempre que Portugal jogar no mundial, e a culpa é da Galp!

Vuvuzelas da Galp

Em 2008 o Mais Gasolina tinha visitas que nunca mais acabavam, isto porque se estava a fazer um boicote contra a Galp, a BP e a Repsol por causa dos elevados preços dos combustíveis, fruto do petróleo a $150.

Estamos em 2010, o petróleo está a menos de $80 mas os preços dos combustíveis estão apenas 10 cent/litro mais baratos e ninguém reclama. Em vez de boicotes temos agora portugueses a largar 1 Euro para comprar à Galp uma vuvuzela de apoio à selecção nacional.

Os combustíveis estão caros, o IRS e IVA vão aumentar, mais empresas fecham as portas. Não faz mal, o Benfica foi campeão, o Papa veio a Fátima e a Galp até está a vender umas vuvuzelas para apoiarmos a selecção! Só falta a Mariza fazer um fado acompanhado pela vuvuzela e temos os 3 éfes completos.

Felizmente não sou o único a achar que as vuvuzelas são uma aberração, aliás existem grupos que estão a tentar banir o uso deste “instrumento” durante os jogos do mundial na África do Sul. Equipas, jogares, treinadores e até serviços de transmissão televisivos estão contra o barulho destas cornetas artesanais. Treinadores e jogares queixam-se que as vuvuzelas tornam impossível a comunicação durante o jogo e as estações televisivas queixam-se que o barulho das vuvuzelas torna a transmissão áudio impossível.

Só mesmo a Galp para trazer algo tão positivo para Portugal.

Um dos erros mais comuns em termos de usabilidade, de acordo com o UseIt.com de Jakob Nielsen, é a abertura de novas janelas quando se clica num link.

Se ainda usas esta técnica do passado então fica a saber que a tendência dos teus utilizadores é fechar a janela e mudar de site.

Rapariga frustrada com portátil

Muita coisa mudou desde 1999, e já nessa altura se dizia que a abertura de novas janelas era desaconselhável. Na altura poucos browsers tinha suporte a abas (tabs) e infelizmente usar o target=”_blank” era um mal necessário em certos casos.

Abrir links externos numa nova janela
Uma ideia muito errada é a de abrir o site de terceiros numa nova janela. Se um dos teus utilizadores carregar num link para um site externo e não gostar do conteúdo, o instinto normal é carregar no botão “Voltar” e continuar a navegar no teu site. Se abres um link numa nova janela, o instinto do utilizador é entrar num motor de busca como o Google e efectuar uma pesquisa e ir para outro site diferente.

Ao abrir uma nova janela na tentativa de não perder uma visita, estamos afinal a mandar o utilizador embora.

Vamos supor que um utilizador ao ver este artigo decide visitar primeiro o site do Jakob Nielsen. Dá uma vista de olhos e decide voltar atrás para ler este artigo, basta carregar no “Voltar”. Se quiser, como é um link normal, pode clicar com o botão do meio e abrir o link numa nova aba (tab). O utilizador tem assim liberdade na sua navegação, proporcionando uma melhor experiência.

Pop-ups
Juntamente com a abertura de novas janelas estão os pop-ups. Browsers como o Chrome ou o Firefox nas suas últimas versões apenas colocam um pequeno ícone a indicar que um pop-up foi bloqueado. Para o utilizador comum aquela informação é imperceptível e a ideia com que ficam é que clicaram num link que não funciona ou que os manda de volta para a mesma página. Neste caso, se for mesmo necessário desviar a atenção do utilizador para outra informação o melhor é usar uma janela modal.

Aconselho uma visita ao site do Jakob Nielsen, principalmente na secção Alertbox para ver os erros mais comuns em termos de usabilidade de forma a melhorar os nossos sites.

Já andava de olho nos monitores LED pelo seu baixo consumo, principalmente porque o consumo anunciado de um monitor 24″ em LED era o mesmo de um monitor 17″ LCD que já possuía. Mais ecrã pelo mesmo consumo é interessante mas não compensava a troca.

No entanto ao ver a qualidade do ecrã LED do Acer Ferrari One mudei de ideias.

LG W2486L LED

Sempre tive LCD’s da LG, apesar de ter trabalhado com outros de várias marcas como Acer, Asus, Benq ou Samsung. O meu anterior LCD era um LG 1720B e tinha um consumo normal de 23w com o brilho baixo, pois estar durante várias horas a navegar na web sobre um branco vivo não é agradável.

Ainda estou a acertar as cores é certo, mas consegui em modo de Cinema colocar o LG W2486L a consumir apenas 15 watts! Estamos a falar de uma tela de 24″ com resolução 1920×1080. Uma redução de 8w no consumo energético e mais espaço para trabalhar.

Ainda acho o branco demasiado vivo em telas totalmente preenchidas com essa cor. Já o preto até dá gosto de ver, passou a ser mesmo preto e não um cinzento morto.

Ao contrário de um LCD comum, o monitor é fresco ao toque. E por falar em toque, este LG tem botões touch e basta passar o dedo à sua frente para os leds acenderem. Outra ideia interessante é a possibilidade de desligar o LED que indica que o monitor está ligado ao visualizar um filme por exemplo.

Como tinha indicado quando iniciei o blog, criei este espaço para escrever não só sobre web development e programação, mas também de outros assuntos que ficariam fora de contexto no Gosto mais de Carros do que Chocolates.

Hoje escrevo do ambiente e da Earth Hour e as ideias erradas que este evento está a trazer no que se deve fazer para reduzir emissões.

Earth Hour

Eu preocupo-me bastante com o ambiente, tento ao máximo reduzir o meu impacto e em termos de emissões de CO2, não só ajudo o ambiente como poupo uma quantia considerável ao final do ano. Por alguma razão converti a minha viatura para GPL, optei por um computador de baixo consumo e em casa não existem aparelhos em stand-by e as lâmpadas são todas de baixo consumo. Até na água, o simples fechar de uma torneira no duche ou enquanto se lava os dentes poupa recursos e tanto a carteira como o ambiente agradecem.

Com isto dito, apenas para não me chamarem de hipócrita e perceberem o meu ponto de vista, acho que a Earth Hour é uma aberração para aqueles que acham que as alterações climáticas são uma invenção. É que estas pessoas menos informadas pensam que basta desligar as luzes 1 hora por ano para salvar o planeta.

Hipócrita é desligar as luzes na Earth Hour e durante o resto do ano deixar luzes acesas, computadores ligados sem estarem a trabalhar ou conduzir sem praticar ecodriving.

Percebe-se então porque certas cidades que estão a adoptar medidas que funcionam estão a diminuir a sua participação nesta iniciativa. Infelizmente acabam por ser criticadas pelos hippies ambientalistas. O que interessa afinal, começar a usar painéis solares, luzes de baixo consumo, equipamentos com eficiência superior a 85% ou desligar as luzes por apenas uma hora, sem poupar no resto do ano?

As legendas automáticas no Youtube já tinham sido anunciadas à algum tempo e já existiam demonstrações online desta fantástica tecnologia que traduz voz para texto.

No entanto ao visualizar uns vídeos do Seth MacFarlane, criador do Family Guy descobri que esta tecnologia também traduz o que um cão ladra para inglês!

Youtube CC

É claro que estou a brincar. Enquanto via alguns dos vídeos do Seth li nos comentários que as legendas automáticas aumentavam o nível de comédia, até que cheguei a um vídeo onde um cão ladrava e as legendas começaram a mostrar palavras bastante complexas em inglês.

Será este o futuro da comunicação entre o homem e o seu melhor amigo? :lol: Divirtam-se, acedam a A Dog on the $25,000 Pyramid e liguem as legendas (CC).

 
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